nirpaul ou paulvana?

Tem reuniões de bandas que são completamente desnecessárias, já algumas são impossíveis.

Por exemplo, os Beatles – por motivos óbvios – não voltarão, nem o Nirvana, certo?!

Em partes, afinal de contas Paul McCartney, Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear se juntaram ontem no Concert for Sandy Relief, no Madison Square Garden, e tocaram Cut Me Some Slack, veja abaixo!

O baixista Krist definiu o som como um encontro entre Helter Skelter com Scentless Apprentice, então definitivamente foi uma reunião Beatles & Nirvana.

Dei uma busca por fotos e achei umas interessantes.

nirvana2012

Nirvana 2012.

davepaul

Mr Dave Grohl & Sir Paul McCartney.

nirpaul

Nirpaul.

paulvana

Paulvana.

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20 pensamentos sobre “nirpaul ou paulvana?

  1. Vou falar uma coisa aqui e sei que algumas pessoas vão ficar putas comigo, mas Beatles é muito chato… A idéia de fazerem um show para arrecadar $$$$ é louvável, mas definitivamente eu prefiro Nirvana do que Beatles. O Paul está usando fralda geriátrica faz tempo (sacanagem). Abraço Tibiu

  2. Bitio, nenhuma banda vai “estourar” mais como antigamente… então podemos esperar muitas reuniões e jams nos próximos anos… Estou curioso para ver o que vai ser do mercado e das grandes produtoras quando acabarem as bandas que enchem estádios e festivais gigantes

    • é, Sapão, concordo com você que isso de estourar tá indo pro espaço… cada vez menos as bandas estouram e quando isso acontece, a queda tem sido cada vez mais rápida… o que vai ser do mercado é um grande mistério mesmo, sapão!
      😉

  3. nem curti essa reunião ai. ouvi só uns 2 min quando muito.

    Essa reflexão do Raphael é bem pertinente, pois as mudanças na indústria musical estão se processando de maneira acentuada e de uma forma muito clara até mesmo para quem não acompanha ativamente.

    Eu li uma crítica de um cidadão cujo nome não me recordo no momento levantando uma série de questões referentes à internet como canal, democratização dos meios, difusão viral de conteúdo e em algum momento ele criticava a questão do vinil revival mencionando que seria um retrocesso ao estado em que as gravadoras voltariam a controlar os lançamentos e tudo mais. Não deixa de ser um ponto interessante, mas eu imagino que o autor não conheça a colossal teia de selos/coletivos que lançam trabalhos em vinil a preços módicos e possibilitam que o ouvinte tenha uma gama absurda de opções que obviamente não se assemelha ao potencial do mp3, mas também não deixa margem pra grande indústria exercer o monopólio de conteúdo que exercia outrora.

    Enfim, o assunto levantando é interessante e cheio de meandros, eu acabei me empolgando. foi mal aê HAHAHAHA

    • pô, Heric, se empolgue sempre que quiser!
      🙂

      é delicado falar de retrocesso ao lançar vinil, não que seja a salvação da indústria, pelo contrário, mas você citou um ponto importante: existe MUITA gente se mexendo para fazer lançamentos em vinil, coletivos, selos, colecionadores… o MP3 é rápido (um clique) e barato (de graça), então a concorrência fica, digamos, desleal, né?
      🙂

      • também não vejo como a salvação, até porque frente ao instantâneo e gratuito MP3 ele não teria chance enquanto produto comercial.

        o que me agrada nesse revival é perceber que alguns dos atores da indústria estão valorizando o lado arte da coisa em vez de pensar somente no lado comércio, pois o vinil traz o lance que a gente tanto gosta da coleção, do envolvimento, de apreciar a arte do disco em detalhes, de ouvir na ordem que o músico determinou pra expor aquilo que ele quis trabalhar no álbum, etc. Eu mesmo tenho minha humilde coleção de vinis, que vai crescendo aos pouquinhos.

        é bacana perceber que o mercado musical está se reinventando e revisitando conceitos. eu vejo com certo otimismo essa balançada que a indústria sofreu nos últimos tempos.

    • legal esse seu otimismo, Heric, mas pode ser que esse balanço traga mais criatividade às bandas, se reinventem mesmo!
      🙂

      verdade isso, MP3 as pessoas deletam sem dó quando o HD tá cheio, mas vai se desfazer de um CD, um vinil ou uma fitinha pra ver se não vai dar uma dorzinha no peito.
      😉

  4. Nem gostei da música inédita que tocaram…olha, acho q sempre vai ter banda de encher estádios, se não for por mérito vai ser impulsionada pelo marketing que rola por trás da industria da musica.

  5. Cara, achei legal essa parada aí.
    Sobre os Beatles, eu gosto, mas não acho que seja o Deus que os fãs cultuam.
    Por uma questão de gosto, eu acho várias outras coisas bem melhores, mas, se eu chegar pra um fã de Beatles e disser que eu prefiro Ramones ou The Clash, o cara vai achar que eu tou contando uma piada..
    Tem muito fã pela saco que superestima tanto a banda amada que ela acaba ficando chata pro público “normal”.. O Los Hermanos, por exemplo, é uma banda que eu nunca parei pra escutar, e o que eu quero é distância..

    • eu também gostei, Arthur, acho que mais pelo simbolismo do encontro mesmo…
      Ramones, ah, Ramones, como não amar, né?
      Los Hermanos tem essa imagem de fãs chatos mesmo, muitas bandas são vítimas de seu próprio público!
      😉

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