take me to the b-sides!

Pelo visto, em tempos de downloads gratuitos desenfreados, a chiveta NOT records veio para ficar. Nem bem fizemos o lançamento o surf-punk-trio The Barfly Surfers, temos em mãos um apanhado de lados B dos capixabas do Take Me.

Formada em 1998, a banda encerrou as atividades em 2009, depois de lançar o álbum Bem Vindo, Inverno, em 2003 pela Manifesto Discos, e A Divisão do Espaço — esse em 2008, já somente no formato digital.

Sempre com muita propriedade, o Take Me conseguia unir a energia do post-hardcore com riffs e melodias marcantes e, ainda, uma facilidade de criar canções cativantes que poderiam facilmente figurar nas, ditas, rádios rock, ao lado de Pearl Jam e Foo Fighters, por exemplo.

Isso graças ao ecletismo (e principalmente a destreza) de seus instrumentistas/compositores, entre eles Jean (voz/guitarra), Jorginho (baixo), Leonardo (guitarra/voz) e Marcelinho (bateria). É com este último que, após o fim do grupo, tivemos a ideia de lançar um material que não fosse mera coletânea, mas sim uma antologia… Mais que uns meros lados B jogados num HD, mas uma vasculhada no que havia de interessante para ficar como uma herança definitiva do que foi (e é) o Take Me.

Assim, nasceu [t-sides] e suas 36 faixas (mais capa e encarte assinados por Ricardo Tibiu), onde estão desde ensaios e demos até faixas que nunca foram lançadas e/ou ao vivo, instrumental e versões diferentes das que já foram registradas. Então abaixo tem uma entrevista feita com Marcelinho para passarmos a limpo a história do Take Me e de quebra conhecer esse músico que tem seu nome marcado na história do rock independente capixaba.

Com muita sinceridade e entusiasmo ele conta de sua vasta experiência em bandas, entre elas nomes conhecidos como Dead Fish (de quem assina faixas consideradas clássicos, como Molotov e Mulheres Negras) e Os Pedrero.

Vale dizer que [t-sides] traz o cover de Relief, do Heffer (que figurou em chivetarama) e a participação de Rodrigo Lima, vocalista do já citado Dead Fish — inclusive, Marcelinho conta de outra banda que teve com eles. No fim da entrevista estão os links para download de [t-sides], A Divisão do Espaço e, graças ao grande irmão Bil (valeu por liberar!), Bem Vindo, Inverno.

Entrevista: Marcelo Buteri (Take Me)
Por Ricardo Tibiu

Você não deve lembrar, Marcelinho, mas a primeira vez que fui à sua casa, em 1999, rolou um “ensaio” do então Take Me To The River no seu quarto. Lembro que você nem era da banda, mas palpitava bastante. Como foi entrar pro Take Me?
Vixe, não me lembro mesmo disso aí (risos), mas o que posso falar é que desde aquela época eu era bastante fã da banda, e ficava enchendo o saco dos caras para poder tocar junto com eles.

Eu ia te perguntar em quais bandas você tocava antes de entrar no Take Me, mas que tal fazermos um balanço geral de todas bandas que você tocou e ainda toca?! Lembro de uma que acho que chamava Chandelle ou algo assim e era com o Nô, não?
Preparados? Vamos lá! A primeira banda que tive na minha vida foi em 1995 e se chamava Hematófagos. Era bem punk rock, eu tocava baixo e cantava. Depois em 1996, fundei o Kali-Yuga, uma banda de hardcore com influências de bandas straight edge e de hardcore novaiorquino… Dessa banda saíram dois integrantes do Take Me, o Jean e o Jorginho.

Aí vem 1996…
Nesse ano toquei no The Summoning que era a banda do Daniel que futuramente formaria o Alga e do Perez que viria a tocar comigo no Undertow.

Seguindo a ordem cronológica, vem 1997…
Então, em 1997 entrei para o Dead Fish. A banda tinha parado em 1996 – o meu irmão mais velho (Arroz), fundou o Dead Fish em 1991 com Rodrigo, Nô, Marcel (que hoje toca no Zé Maria) e Formiga – e eu que sempre fui muito fã da banda e cresci com os caras. Coloquei uma pilha fortíssima para a banda voltar e eu tocar nela (risos). Nessa época, conheci o Murilo, porque a gente começou a fazer uma banda que durou menos de dois meses que se chamava D.O.S. – ou Destruindo o Sistema. A banda tinha dois vocalistas, o Rodrigo e o Adriano, o Nô na bateria, eu e Murilo nas guitarras, e Mauricio, um amigo nosso, no baixo. Nessa onda toda, apresentei o Murilo para os caras e começamos a ensaiar nós quatro, mas eu no baixo. Mais tarde, conhecemos o Alyand, ele fez um teste conosco e está até hoje.

Quanto tempo você ficou no Dead Fish?
Entre idas e vindas de 1997 até 2003. Não direto, mas o processo todo que eu toquei na banda, compus etc, foi esse.

Tá, vamos voltar pro Undertow então…
Em 1997, eu entrei para o Undertow, que em 1992 era uma banda paralela que o meu irmão tinha, e que, no caso, se tornou a nossa banda até hoje em dia.

Ok, tinha o Crivo também que eu lembro…
Isso, em 1998 toquei no Crivo. Uma banda que tinha duas meninas, um power pop bem bacana e que também contava com o Jorginho no baixo.

E o Chandelle?
Em 1999, toquei baixo no Chandelle que era um projeto das meninas do Crivo, com o Murilo (Dead Fish) e a Ana no vocal. Mas durou pouco tempo. O Nô definitivamente não tocava nessa banda (risos). Mas, o Nô tocou num projeto que fizemos em 1998, com o Vinicius que era o vocalista do Take Me na época, o Rafael (hoje no Auria), eu e Gustavinho que tocava baixo no The Summoning.

Caramba, quanta banda! E o Take Me onde fica nessa história? (risos)
Em 2000, entrei no Take Me, inicialmente tocando guitarra, o que foi do caralho, porque a banda tinha acabado e começou uma nova formação. Antes, o Jean só tocava guitarra e passou a cantar também. A banda deu um tempo logo depois, porque o Jean foi morar na Bahia para trampar como dentista.

E aí nasceu mais uma banda!
Exato, em 2002 fundei o [mono] com o Rafael (Auria) e o Xande (Antemic)! E foi uma experiência bacana pra mim, depois de um tempo formar uma banda do zero, conseguir lançar o EP por um selo legal (Highlight Sounds), fazer tour com o Samiam e vários shows bacanas e por aí vai.

Só pra gente não se perder, aí vem 2003…
Em 2003, Jean voltou para Vitória, me chamou para fazermos um som com o Take Me em formato de trio. Eu, ele e Jorginho. Na época eu ainda estava no [mono] e ele até participou da formação final do [mono]. Sinceramente, na época não estava na pilha de tocar com o Take Me – que coisa doida, né?! –, mas as músicas estavam fluindo muito bem e rolou de tocarmos pra frente, gravarmos e voltarmos com a banda.

E depois disso?
Em 2004, fiz alguns shows com o Audio, banda na época do Giuliano (ex-guitarrista do Dead Fish). Em 2006, entrei n’Os Pedrero, que nem preciso falar né?! (risos). Em 2009, com o fim do Take Me, entrei no Auria que é a banda do Rafael e no mesmo ano saí.

E agora você toca então em quais bandas?
Atualmente, estou tocando com o Undertow, estamos lançando um EP produzido pelo Giuliano (ex-Dead Fish e Audio), e com Os Pedrero. Estou ensaiando também com uma banda nova, ainda sem nome, com ex-membros do Kali-Yuga, uma rapaziada do Gritos e o Jorginho que tocava no Take Me comigo. A banda é bem pesada, tem influências de Mastodon, Pantera, enfim… vai sair uma coisa boa futuramente! Bom, eu acho que é isso… chega de falar de banda também, né!? (risos).

Marcelinho é o homem-banda! (risos). E hoje em dia, onde estão todos os ex-membros do Take Me? Deve ter gente que nem tem banda mais há muito tempo, não?
Cara, boa pergunta. O Vinicius mora em Dublin, não tem banda. O Romulo acho que mora aqui em Vitória e acho que não tem banda também. Gustavinho tem uma banda, se não me engano Escaranovos é o nome e continua tocando. Jean está com o Supercombo, morando em São Paulo e o Jorginho atualmente toca comigo nesse projeto que falei.

O som do Take Me nunca foi hardcore pro público hardcore mais “purista” e, apesar de influência de bandas como Foo Fighters e Pearl Jam, nem era acessível o suficiente para ser “rock de rádio”. Quem foi/é o público de vocês?
Então, isso a gente sempre ficava nos perguntando do tipo “quem é o público do Take Me, uma galera alternativa ou hardcore?”. A gente nunca soube de fato quem era o nosso público, mas quem gostava da banda, gostava pra valer e vinha de qualquer “tribo”, até mesmo das bandas de hardcore mais pesadas daqui. Quando fizemos o Bem Vindo, Inverno, queríamos de fato viver de banda, entrar no mainstream e tal, por acharmos que éramos acessíveis para o rádio. Mas, mero engano (risos)… E na boa? Hoje em dia eu acho ótimo, porque gravei uma parada que estava a fim na época, sem interferência de ninguém, quem gostou, gostou e quem não gostou, paciência.

Inclusive, falando em influências, vocês sempre tiveram referências de bandas pré-emo, tipo o Texas Is The Reason. Como você definiria a sonoridade do Take Me?
O Jean sempre foi obcecado por Texas Is The Reason. Eu sempre gostei, mas não como ele. A sonoridade do Take Me vem bem da influência de bandas como Foo Fighters, Helmet, Nirvana, Pearl Jam, Fugazi… Enfim, difícil descrever, Tiba, é bem pesado e bem melódico.

A pergunta inevitável: qual o motivo do fim do Take Me?
O fim do Take Me foi devido a diversos fatores. A banda não estava com muito mais gás para tocar, ensaiar, compor. O A divisão do espaço demorou quase dois anos para ser lançado e o processo de gravação desse disco foi o mais enjoado e desgastante que tive na minha vida e acho que da banda também. O Léo tinha montado o Supercombo e, de fato, tava dando mais atenção para a banda que ele montou que para o Take Me. O Jean, que para mim é o pilar do Take Me, entrou para o Supercombo e no caso eles mudaram para São Paulo. Fodeu, né?! Não tem como continuar.

E qual é o próposito com o lançamento de [t-sides]?
Isso foi uma conversa que a gente teve, lembra? Pelo fato de eu ter muito material de sobras de estúdio do Take Me aqui na minha casa… Conversei com você no meio do ano passado, de lançarmos essas músicas. Acho que seria legal e contaria um pouco da historia dessa banda que poucos conhecem e, quem conhece, acho que vai gostar de ter esse material. Ah, e foi devido à chivetarama que mandei para você o cover do Heffer que gravamos, né?!

Foi sim, eu sabia a resposta, mas tinha que perguntar, né?! (risos). E qual foi o critério de escolha de músicas para entrar no disco? Se eu mexer no seu computador acho algo para um segundo volume? (risos).
(Risos) Cara, eu peguei tudo o que eu tinha em diversos HDs e saí separando o que achava legal e interessante. Olha, eu tô puto porque não achei umas cinco músicas que eu queria, então dá para fazer um EPzinho ainda (risos).

No release que fiz pra vocês em 2008, a definição que dei para ESte Lugar (presente em versões diferentes em [t-sides]), canção onde vocês recebem o Rodrigo Lima, do Dead Fish, como “um debate melódico existencial entre capixabas, usando a terra natal como metáfora”. O que o cenário independente do Espírito Santo tem de melhor e pior?
De melhor, as grandes bandas que saíram daqui, a originalidade que as bandas têm, e quando as pessoas se unem para fazer coisas boas, coisas maravilhosas acontecem. A de pior, são os poucos locais atualmente pra tocar e os espertões querendo tirar vantagem em cima da banda. Eu tô bem por fora do cenário independente daqui para te falar a verdade. Não tenho ido a shows e quando vou tocar, chego mais ou menos no horário e volto pra casa. Perdi um pouco o tesão pela coisa. Hoje em dia, o que gosto mesmo de fazer é ensaiar, compor e gravar.

Por falar em Dead Fish, pouca gente sabe que você que fez Mulheres Negras, presente no Sonho Médio. Tem alguma outra música assinada por Marcelo Buteri por aí que a galera não saiba?
Tem sim. Algumas do Sirva-se que são: Diariomente, Molotov, MST e Individualismo de Massa.

No [t-sides] há uma versão para Relief, do Heffer, que ia sair num tributo à banda e, como já falamos, acabou saindo na chivetarama. O Reffer (com R) ia fazer um show de reunião no Hangar 110 esses tempos, mas foi cancelado. Enfim, além do Heffer, que banda nacional você gostaria de ver novamente em ação?
Cara, gostaria de ver o IML que eu gostava muito. Era essa banda que eu gostaria de ver em ação!

Em 2003, o Take Me lançou Bem Vindo, Inverno, pela Manifesto Discos, selo do Bil, no auge do Noção de Nada. O quê você mais lembra dessa época?
Putz, foi linda essa época. Bil é meu irmão, deu um suporte fodaço pra nós. Tocamos no Rio de Janeiro algumas vezes, o público de lá sempre foi do caralho, sempre se interessou pelo Take Me… Desde quando, não sei nem como, uma demo de 2000 – que tá presente no [tsides] – vazou para os cariocas. Cara, eu sou nostálgico pra caralho, e só tenho ótimas lembranças dessa época. Estávamos com o gás todo na época, né?!

É… e cinco anos depois, em 2008, vocês lançaram o álbum A Divisão do Espaço, que foi colocado para download gratuito. Qual foi a resposta que tiveram com ele?
Olha, sei de muita gente que gostou. Sei também que muita gente baixou, porque coloquei no 4Shared na época, e tinha um contador de quantos downloads nego tava fazendo. Em média eram uns 350 por semana, por uns dois meses mais ou menos. Para uma banda pouco conhecida e que não tocava muito, ainda mais fora do Espírito Santo, era ótimo.

Ao longo desses anos todos, quais shows do Take Me você destacaria?
Hummm… Difícil dizer, mas teve um no Casarão Amarelo, no Rio, que foi foda. Vários shows da produtora Birne foram demais também. Estrutura impecável, casa lotada. Sempre foi muito bom, inclusive um com o Dead Fish, no Espírito Santo mesmo, que foi do caralho. Nego cantando as músicas, se divertindo…

Quais você acha que foram os maiores êxitos que o Take Me alcançou e quais as maiores frustrações que tiveram?
Os maiores êxitos foram as músicas que fizemos, os discos que lançamos, e fizemos pessoas conhecerem a banda. A maior frustração foi não ter cuidado da banda com mais carinho, fazendo com que ela acabasse.

Enfim, antes de acabarmos, fica aqui um espaço para você, se quiser, agradecer pessoas que foram importantes na trajetória do Take Me, já que no encarte que fiz não há espaço para isso (risos).
Cara, agradeço primeiramente a você por ter dado essa puta força para podermos lançar no chiveta essas “sobras”. Agradeço ao Bil e ao Guta que sempre foram nossos parceiros até o fim do Take Me e são nossos grandes e queridos amigos. Agradeço aos ex-integrantes da banda, todos eles, principalmente quem fundou essa banda que, para mim, fez e faz grande parte da minha vida. Um abraço para todos que participam da comunidade do Orkut e do Fotolog que tá parado desde o dia que a banda acabou, mas que vai ter atualizações para podermos divulgar o [t-sides]!.

Pra finalizar, quando o Take Me volta? (risos).
Quando o Jean cortar esse cabelo ridículo dele (risos). Ele vai me matar! Cara, não sei se tem volta. Eu gostaria de compor algo novo, gravar, lançar na internet e fazer apenas um show bom. Acho difícil voltar, até pelo fato do Jean e Léo estarem bem de cabeça no Supercombo e morando em São Paulo e tentando viver da banda deles, mas se rolasse pelo menos isso que disse, estaria de bom tamanho!

Links para download:
Clique aqui para baixar o [t-sides] (2010).
Clique aqui para baixar o Bem Vindo, Inverno (2003).
Clique aqui para baixar o A Divisão do Espaço (2008).

Links relacionados:
www.fotolog.com.br/takeme
www.myspace.com/takemerock
www.tramavirtual.com.br/take_me

32 pensamentos sobre “take me to the b-sides!

  1. cara para mim até hoje a melhor entrevista aqui.o marcelinho é uma ótima pessoa, um puto musico e só tocou em banda foda! o PF teve o prazer de tocar com o Take Me e com os viadinhos do Auria(na curta passagem dele pela banda em 09) foi lindo! To baixando que nem um tarado aqui kk
    SAUDADES DESSA GERAÇÃO CAPIXABA QUE NÃO VOLTA MAIS.

    parabens ricardo

  2. Tudo mentira o que ele falou…
    Porra….tem até eu gordinho num show do Take Me ali!hehehe
    Eu sempre fui fã da banda…desde os primórdios.
    E como era bom ver o Jean sem essa cabeleira…ehehehe
    Beijos!

  3. 1. pô Rafawelson, você não poderia ficar de fora, né?
    😉

    aliás aproveitando sua nobre visita, cadê o Auria????

    2. bela sessão cinematográfica, MV!
    😉

    tomara que goste do material do Take Me!
    🙂

  4. Galera, take me tá tatuado na minha vida, na minha história e no meu aprendizado como músico.Sempre quis que a banda seguisse o caminho de outras bandas q se jogaram mesmo pra ver o q acontece, infelizmente não foi possível e é isso q estou tentando fazer agora.
    Amo vcs, e espero de alguma forma ter contribuido com algo bom pra vida de alguém e tudo q estava ali nas letras e canções sempre foram de verdade….Tibas, vc é foda!E aparece num show do supercombo caraio!

  5. é, eu tenho um acervo de filmes fodas, dos anos 80’s e 90’s…muita coisa boa do Tim Burton, antes dele virar modinha tbm..e do Quentin Tarantino.

    eu já tinha alguma coisa do takeme, na coletania de aniversário de um ano aqui do chiveta.
    realmente boa banda.

  6. 1. valeu Jean, espero que tenha gostado do resultado final!
    🙂

    tô devendo uma visita, né?

    2. belos diretores, MV!
    o Tarantino também é meio hype, mas isso não tira o brilho de nenhum dos dois!
    🙂

    legal que gostou do Take Me!

    3. valeu Henrique!

    já estamos providenciando outro link, acho que foi tanto download que bichou a parada!

    valeu por avisar!

    4. eu concordo, Andre!
    🙂

  7. Bixu…..parabens pela materia, pela banda, pelo trabalho, por ter contribuido com a cena do ES e do Brasil, por ser influencia pra muitas bandas, o Deltree mesmo é uma banda que tem o Take Me como influencia. Uma puta banda brasuka!!
    Oh epoca foda, puta que pariu.

  8. Porra take me fodaaaaaaço, uma pena, parece que todas bandas que fizeram uma cena do caralho nos anos 90/00 acabaram, mas pelo menos ficam os ótimos registros.

  9. Adorei a entrevista,
    Como disse nosso colega acima (Tibiu), putz, quase chorei lembrando do meu maravilhoso passado da cena capixaba de tempos atrás.. Putz!!!! Uma puta duma entrevista… Ótima Tibiu!!!!

    Claudinho
    p.s. Marcelinho, Guarapari lá vamos nós…

  10. Muito boa a entrevista!
    Eu já tenho a muito tempo o cd “Bem vindo, inverno”, que gosto muito, e ainda não tinha escutado nenhum outro material do Take Me.
    Ótima oportunidade pra conferir!!!

  11. 1. valeu Reinaldo!
    🙂

    2. muitas acabaram mesmo, algumas voltam, quem sabe um dia o Take Me não seja uma dessas!
    😉

    3. valeu Claudio!
    🙂
    quem é de Vitória/Espírito Santo deve ter lembrado de bastante coisa com as palavras do Marcelinho sobre as bandas que ele tocou mesmo!

    4. hmmmmm não rolou de baixar?
    a gente pode tentar!

    5. tomara que goste dos outros dois discos, Monroe!
    🙂

  12. Curto muito a banda!
    Descobri pela Manifesto Discos, fiquei curioso, comprei o cd e curti..
    O ‘A Divisão do Espaço’ é sensacional, sempre escuto..
    Baixando aqui o ‘T-sides’
    Abrá Tibiu!

  13. Valeu vc Tibiu,
    Sua proposta também é muito válida, sem ela eu e todos que comentam aqui não poderiamos nos emocionar, vibrar, lembrar de coisas, fatos e se deliciar com suas novidades.

    Obrigado e parabéns pelo tempo e dedicação ao Hardcore Brasileiro e suado!!!!
    Claudinho

  14. Na entrevista o Marcelinho disse: “O Romulo acho que mora aqui em Vitória e acho que não tem banda também.”
    Pois bem, moro em Vitória mesmo. Depois do Take Me, vendi minha guitarra, pois não tocava nada mesmo! Hoje trabalho com responsabilidade Social, pesquiso música antiga e compro lancetas na Buteri Farma.
    Jean disse que o Take Me ta tatuado na vida dele, mas eu tatuei na pele mesmo. (depois mando o link da foto).

    Obrigado por me fazer lembrar…
    Abração!!!!

  15. Pingback: how did the Mike, get so Fat? « chiveta ——¬

  16. Toquei batera nessa banda junto com meu primo jorginho desde o início….lembro de shows memoráveis juntos..com Rômulo e vinícius….sinto uma enorme saudade!!! apesar de na minha época eu ser bem novo ainda, e estar ainda no início da minha trajetória musical, foi muito intenso e marcante…tenho certeza que muita gente lembra daqueles shows que fizemos pelas casas ( em sua maioria extintas ) de vitória…Mas é isso mesmo, infelizmente bandas acabam, já passei por dezenas de bandas desde então, e como já foi mencionado, o que vale são as grandes lembranças e a energia que foi criada juntos….Um grande abraço à todos …… take me faz parte da minha vida…..Tocar bateria lá foi insano…..

  17. Pingback: momento teaser/jabá « chiveta ——¬

  18. Bom pra galera que estiver com dúvida, tá aí o “set-list”.

    A Divisão do Espaço.
    1-Trilhos e Vagões
    2-Sua Evolução
    3-Seu Nome
    4-Unilateral
    5-Lojas de Corpos
    6-Este Lugar
    7-Mais Outubro
    8-A Ultima Geleira
    9-Entardecer
    10-Longe de Mim
    11-Próximo Round
    12-O Erro Certo

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