exorciza que melhora!

Com muita irreverência, ironia, ginga e malícia (sem esquecer de Jesus no coração), os cariocas do Miami Bros. estão exorcizando o pancadão!

Trazendo referências absurdamente díspares — de Chatos & Chatolins, De Falla e Comunidade Nin-Jitsu, passando por MCs HC, Gangrena Gasosa e U.D.R., chegando a Mukeka di Rato e D.F.C. — o MB se torna um dos grupos de funk mais ousados não só da cidade maravilha purgatório da beleza e do caos, mas do Brasil!

Seja citando ou sampleando Depeche Mode, Suicidal Tendencies, Metallica, The Clash, De Falla, Napalm Death, Ramones e D.R.I. comparecem às músicas. Aliás, os títulos das canções dão um pouco a noção do tema recorrente nas letras: O Templo Não Pára, Dança do Aborto, Umbanda Larga, Dança do Crucificado e Cheiro de Enxofre.

Segundo eles, o funk de Jesus tem poder, para saber se isso é verdade, basta dar um pulo em algum show deles (no próximo domingo, dia 07/02, eles tocam no Audio Rebel, no Rio, com Norte Cartel, Cervical e Against), no MySpace ou TramaVirtual! Chora que piora, exorciza que melhora!

17 pensamentos sobre “exorciza que melhora!

  1. Quando eu penso que já vi/ouvi de tudo..me apareçe essa peróla…
    Que me desculpe o mano RIVA, e os cariocas em geral…mas isso tinha que vir do HELL di Janeiro…kas kas kas kas..
    eu odeio funk com todas as minhas forças…mas o tema das letras é ótima..me rachei viu

  2. Concordo com MV, funk é chato, muito chato… Mas a molecada do Against e do N.C. mandam bem.
    Colocar o Napalm Death em funk é heresia. Ahahahahahahah, vai viver na calmaria do céu deste modo.

  3. As únicas vezes, que eu ouvi funk de livre e espontânea vontade, foi quando era frequentador da TTI. É mesmo assim, nem era de tão boa vontade assim, eu gostei muito sobre os temas que eles protestam…mas ficaria melhor se fosse hc, ou até um metalcore..sei lá..tudo menos funk…hehehehe

  4. Marcus Vinícius e Beto, o estilo de som que eu mais ouço e curto é o hardcore. Na época em que organizava o Freakshow, as bandas que eu mais dava força eram punks/hc. Os shows que mais gostamos de tocar são que tem público e bandas HC, pois são os que mais entendem nossa proposta. Todos os integrantes já tiveram passagens por bandas HC, Punk ou Ska.
    O lance de utilizarmos o funk e o Miami Bass como base é simplesmente pelo fato de não sermos mais uma banda de rock, hardcore ou metalcore, queríamos ter um diferencial, mesmo que esse diferencial não agradasse a todos.
    Nosso CD “O Templo Não Para” está praticamente pronto faltando apenas masterizar e estamos na correria da gravação de um video-clipe, que tb optará por um diferencial (utilizando animação com teatro de bonecos).
    Obrigado pelos comentários. Tamo junto.
    Um abraço.

  5. Ah, outra coisa tirando a base, confiram os riffs de guitarra, as linhas de baixo e principalmente as letras. Com certeza, verão que não daria pra colocar o Miami Brothers pra tocar num baile funk…

  6. Gosto desses rapazes, apesar de serem diretos e grossos, muitas vezes são incompreendidos.
    Vi um show deles onde abriram para o Shaman, o público era em sua maioria “metaleiro” e ficavam xingando os caras e eles nem aí. Também querer que pessoas que não conseguem sacar que Massacration é uma zoação, entenda a proposta deles é querer demais…
    Depois de umas 4 músicas, o grave do funk falou mais alto e expulsou os demônios presentes. Tinha cabeludo rebolando até o chão!

  7. Pingback: prazer em ser desagradável | chiveta ——¬

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