arte punk

Existem diversas formas de se expressar e a arte é, sem dúvida, uma das mais poderosas — quem sabe uma das mais variadas e abrangentes.

Partindo disso, por meio das artes gráficas o paulista Kauê Garcia pode ser considerado um grande comunicador!

Através de colagens com imagens publicitárias, fotos de família, retículas de outdoors e coisas achadas (ou roubadas, afinal o vandalismo não deixa de ser uma intervenção), suas obras transparecem visões críticas, sejam elas sociais ou religiosas.

Não à toa, sua exposição — que abre dia 19 de setembro, às 19h, no Centro Cultural da Juventude, na Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo/SP — chama-se Arte Punk: Distorção do Desconstruído.

kaue garcia

Conversamos com o bem humorado Kauê que nos falou sobre seu trabalho e suas influências — entre elas Winston Smith, Gee Vaucher, Hüsker Dü, Black Flag, Leptospirose, Lourenço Mutarelli e Stewart Home.

Então fiquem ligados porque a exposição fica na CCJ (Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, ao lado do terminal Cachoeirinha) até o dia 31 de outubro!

ARTE PUNK
Existem diversas formas de se expressar e a arte é, sem dúvida, uma das mais poderosas. Digo ainda que uma das mais variadas e abrangentes. Seguindo esse raciocínio, considero o paulista Kauê Garcia um grande comunicador – que o faz por meio das artes gráficas. Através de colagens com imagens publicitárias, fotos de família, retículas de outdoors e coisas achadas (ou roubadas, afinal o vandalismo não deixa de ser uma intervenção e/ou arte), suas obras transparecem visões críticas, sejam elas sociais ou religiosas. Não à toa, sua exposição – que abre dia 19 de setembro, às 19h, no Centro Cultural da Juventude, na Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo/SP – chama-se “Arte Punk: Distorção do Desconstruído”. Conversamos com o bem humorado Kauê que nos falou sobre seu trabalho e suas influências, então fiquem ligados porque a exposição fica na CCJ (Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, ao lado do terminal Cachoeirinha) até o dia 31 de outubro!
por Ricardo Tibiu

– Você é natural de onde?
Sou de Campinas, e permaneço aqui, não é lá grande coisa, mas é legalzinha.

– De onde vem o nome “Arte Punk: Distorção do Desconstruído” da sua exposição?
O “Arte Punk” é um nome que venho usando desde 2005, mais ou menos, quando cai de cabeça nessa história de colagem, xerox, fanzine, e toda essa estética que gosto e reproduzo, esse termo na verdade, eu nem sei se existe. Mas eu gosto e uso (risos), porque acredito que é a representação da música punk, em seu formato visual, por todo o lance da simplicidade, materiais toscos, DIY, e principalmente por não necessariamente o cara precisar ser artista para se expressar, que é o que mais me agrada, como aquele pensamento “todos são artistas ou nenhum”.

– E o “Distorção do Desconstruído”?
É uma piração que tive quando uma professora minha me “corrigiu” quando dizia que eu desconstruía a imagem, ela rebateu dizendo que eu distorcia. Foda-se a opinião dela, era bem babaca na realidade e me deixou em três matérias de DP, mas quando escrevi meu projeto no Edital do CCJ, achei o “Arte Punk” muito fraco para impressionar o pessoal que faria a seleção, então tive essa idéia (risos). Claro, tem um sentido por trás disso, não só impressionar, é que pelo fato da maioria dos meus trabalhos serem colagens, e sempre tirando as imagens do seu contexto, é como se eu tivesse dando uma nova vida, criando personagens meus, porém distorcendo o que eu desconstruí.

– Essa vai ser sua primeira exposição solo?
Não, em junho de 2008, rolou uma em Campinas, no Espaço Cultural Casa do Lago, um lugar foda, que rola arte em suas mais diversas vertentes, visuais, cinema, música, tudo grátis.

– E como foi?
Foi muito legal, foram expostos 46 trabalhos se não me engano, e muito bem visitada, porque estava rolando um evento na Unicamp, chamado SBPC, que vem gente do Brasil todo, então centenas de pessoas vieram, foi muito positivo, um monte de elogios, algumas matérias horríveis na mídia, e um aluno de Ciências Sociais fez uma crítica linda dizendo que a minha rebeldia, até o George W. Bush compraria, curti! (risos).

– No geral como tem sido a recepção diante de seus trabalhos?
Tem sido muito boa, fico feliz pra caramba quando alguém vem dizer que gostou, ou pedir para eu fazer um cartaz de show, capa de disco, arte para camiseta, convidar para expor, enfim, está tendo um reconhecimento legal. A maioria ainda é dentro do punk, porque é pra onde eu mais produzi, e tenho orgulho disso.

– Mas e você considera suas obras como um trabalho?
Considero sim, porque é o que mais gosto de fazer e até que enfim está entrando algum dinheiro (risos). Acho que isso para a maioria significa trabalho, né!? De qualquer forma, a arte acabou se tornando uma parte de mim, não dá para diferenciar um do outro, ali naqueles papéis tem muita sinceridade, goste ou não. Não que eu me preocupe muito com a opinião alheia, claro que não tem nada melhor que quando alguém gosta e vem comentar, mas indiferentemente, vou continuar a produzir e muito; porque é um tanto terapêutico e muito vital, então acredito que é um trabalho porque hoje em dia tiro um troco com isso, mas mais que isso é minha vida (risos). Acho bonito quando falo isso (risos).

– Em meio às colagens e rabiscos, é nítido que você se utiliza de uma linguagem semelhante ao “punk”, tendo críticas sociais, religiosas, e ainda referências e trocadilhos com músicas e nomes de bandas. Qual é sua principal intenção ao fazer uma obra?
Depende muito do que eu tô na cabeça na época, o som que tô escutando, os desafetos que tive, os livros que li e das coisas que vou achando jogadas nas ruas, sem dúvidas é a mesma linguagem do punk, porque é feita por um punk. A minha maior influência é a vida que levo, é a rua, gosto muito de andar pelas grandes cidades, adoro madrugada, bar, e esse ciclo de pessoas imundas que você vai encontrando, faz com que minha cabeça ferva de idéias. Sempre que analisam minhas obras, falam desse contexto “politizado”, assumo, tem sim, mas é porque são temas que tenho um conflito interno brutal há tempos, como a própria religião, da qual já fui adepto e hoje acho uma merda gigantesca, injustiças da qual algumas observei e outras vivi, drogas, polícia, sujeira, preconceito, tudo coisa do cotidiano (risos).

– Quando e o quê te levou a ingressar no mundo das artes?
Sou formado em Artes Visuais pela PUC-Campinas, entrei em 2003, e foi meio por acaso. Terminei o colegial e parei um ano de estudar, até que uns amigos falaram que iam prestar PUCC e eu pensei em também tentar algo, mas eu não tinha vontade de estudar porra nenhuma, gostava de rabiscar, então pensei em tentar Artes Visuais, se não passar, ok. Mas eu passei (risos).

– E quais são suas principais influências?
Então, prosseguindo, comecei a pegar gosto pela coisa, até que conheci o trabalho do Carlinhos, Stephan e outros que chamavam minha atenção mais que o normal. Mas foi quando eu descobri que o que eu gostava mesmo, estava ali no encarte do disco do Morte Asceta, era lindo aquilo, colagem P&B, e assim fui descobrindo um universo todo, descobri que um dos melhores artistas do Brasil era meu amigo, o ETÊ, baixista do Muzzarelas. Fui fuçando e cheguei nas “pepitas de ouro” que são os clássicos Winston Smith, gênio responsável pelas colagens do Dead Kennedys, Gee Vaucher, que fazia os lances visuais do CRASS, Raymond Pettibon, que fez a clássica capa do “Goo”, do Sonic Youth, e quase todas do Black Flag; Pushead, e mais um milhão de outros, que se eu começar a falar não paro mais, porque o maior prazer que tenho é ficar atrás disso.

– Dá pra imaginar…
Mas agora separando as minhas principais influências, tirando as já citadas, óbvio, no lado artístico, não tem como não citar o Tomás Spicolli, artista argentino, que era vocal do 7 Magnificoz, ele é um monstro, está um passo a frente da maioria da galera, sou fã. Outra coisa clara no meu trabalho, é que sou paga-pau das colagens dadaístas, é minha maior fonte de referência, os caras praticamente inventaram essa estética visual do punk, e o resto são meus amigos, como o Bira, Alex Vieira (Revista Prego, Morto Pela Escola), ETÊ, Mário Alencar, Bá (Antitudo, ordinaria hit), Pipoca, Bigode, e mais um monte que não vou me dar ao trabalho de enumerar, eles sabem (risos). Mas não posso esquecer de citar a Carol, minha namorada, que me influencia brutalmente, principalmente quando ela discorda de tudo que penso sobre arte, e faz eu rever meus conceitos.

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– E na música? Deve ter bastante coisa!
Nem por onde começar, a base é o punk, sou fissurado, estudo, vou atrás mesmo, do tipo de ficar lendo mil história das bandas, baixando discografia, e até tatuando essas porras em meus braços. Talvez as maiores sejam realmente as que tatuei, que são Hüsker Dü, Black Flag e Bad Brains, mas me sentiria culpado por não citar Dead Kennedys, Minutemen, Fugazi, Leptospirose – que considero a melhor banda do Brasil –, Big Boys, The Dicks, Negative Approach, Poison Idea, Ratos de Porão, Wipers, a coletânea “SUB” inteira, Olho Seco, Descendents, Discharge, Gauze, Fun People, 7 Magnificoz e mais trocentas bandas que de uma forma ou de outra, acabam influenciando no que sou e na minha arte. Mas não escuto só hardcore, sou apaixonado por psicodelia, também sou um estudioso disso (risos), passo horas procurando raridades, seja na internet ou em sebos, piro também em garage rock, pré-punk, reggae, dub, folk, e até contrariando as estatísticas, música brasileira, como Novos Baianos, Belchior – acho esse cara foda! –, Jorge Mautner, Jards Macalé etc… Acho que Beatles e Ramones nem precisa dizer, né!?

– E há alguma referência literária?
A maior que tenho é o Lourenço Mutarelli, e acho que o que mais li na vida foram quadrinhos! Isso é o que eu realmente curto ler, revistas como Chiclete com Banana, Zap Comix, Animal… Sou fã do Marcatti, que fez as capas de “Brasil” e “Anarkophobia”, do Ratos de Porão, ou seja algumas das melhores capas de discos punk já feitas, além de Robert Crumb, Daniel Clowes, e saindo das HQs gosto do Stewart Home que revolucionou tudo aquilo que eu compreendia como arte, livros sobre histórias musicais e leitura de doidão, que tenha sexo, drogas, bebidas e violência.

– A internet meio que atropelou os zines de papel no final dos anos 90, assim como posteriormente a indústria fonográfica. Como tudo na vida acaba voltando, você acha que nas artes gráficas vai chegar uma hora que o computador vai ser deixado de lado e vai rolar um revival de papel, tesoura, cola etc? Você mesmo não faz uso de computador, né?
Não, nunca fiz uso do computador, talvez porque eu não saiba usar esse recurso, não sou xiita a ponto de não gostar de nada que seja feito no PC, porém acho que a chance de nego fazer uma merda é maior (risos), porém é apenas uma ferramenta. E acho que esse revival pelo lance impresso já tá rolando, sinto um interesse nas pessoas tanto em produzir, como em comprar zines, e acho sensacional. Eu e a Carol temos uma editora de zines em xerox, a pouco famosa Editora Simpática, somos apaixonados pelo formato, e, cara, zine de papel é outra coisa, tá ali, é físico, palpável, tem aquela sujeira que só os piores xerox podem proporcionar… E fica pra sempre, eu mesmo fico correndo atrás de zines antigos e já achei umas coisas sensacionais, como o Zine Água, da Carol Pfister, que tocava no No Class e TPM, ou melhor ainda, o Zine Draga, que esqueci de citar como influências, que o Cacá, do Objeto Amarelo, fazia só com cartazes mais artísticos que rolava por volta de 97.

– Tem muita gente se interessando mesmo por publicações em papel, ainda mais no formato zine mesmo…
Nessa minha exposição individual, resolvi fazer o material de divulgação e folder em formato de mini-zine, achei perfeito pela proposta, além de ser acessível ao meu bolso. Aproveitando o gancho, hoje fui distribuir em alguns pontos que achei que seriam legais para divulgar, e em alguns lugares que você espera que tenham um interesse por esse formato, as pessoas pareciam estar fazendo o maior favor do mundo em deixar uma mini pilha com alguns zines para a distribuição gratuita, porra, vai tomar no cu, a arte hoje está um pouco modista e conservadora demais em São Paulo, o que está “in” é legal, se você não é popular, nego nem te olha, e, na boa, de cena de gente chata, já me basta o punk (risos). Ah, e eu também tenho um pouco de medo do zine virar cult demais e esse povo mais trouxa, gostar, mas claro que isso nem é um problema real, é só uma proteção carinhosa, daquilo que você gosta (risos). Aproveitando, gostaria de agradecer o pessoal que me ajudou na divulgação e foi super solícito nisso, como a Livraria Pop, Choque Cultural, Galeria Barco, Trezeta, o resto que fez carinha torcida, eu desejo o mal. Uma pena que esse meu desejo não reverta em nada!

– (risos) Fica aqui seu protesto! Bom, você se utiliza de imagens publicitárias, certo? Você já teve algum tipo de problema com o copyleft?
Já me questionaram sobre isso, mas ainda bem que nunca tive problema, mas acho que um bom advogado provaria que o desvio do sentido original e das feições não afeta ninguém. Mas pensando aqui, a maioria das publicidades que uso, são dos anos 50 e 60, então acho que nem dá nada.

– E os álbuns de família, alguém já reclamou? (risos)
(risos) Poucos homenageados viram, só uns tios meus que foram em uma exposição e piraram em se ver ali, eles realmente não esperavam, mas porém eles não entenderam o real sentido, ainda bem. Meu vô nem sonha que transformei a foto dele de casamento, em um casamento gay, e pelo que conheço do velho, ele não iria gostar muito (risos). Tem também minha sogra, que fiz uma obra intitulada “A Sogra gerando a Guerra”, acho que ela não ia curtir também.
Mas meus irmãos adoram quando se enxergam em algum trabalho, gente aparecida, né!?

– Sobre, conforme diz o texto de divulgação da sua exposição, os “materiais encontrados em caçambas de entulhos, durante suas andanças pelos centros urbanos”, o quê você tem descoberto pelas ruas que tem sido usado?
Cara, hoje mesmo saí sem nada e voltei cheio de coisa, é impressionante como São Paulo tem um lixo bom, principalmente em bairro chique. Nessa exposição, usarei molduras, chapéu de Festa Junina, madeiras que usei como suporte, brinquedos, caixas de papelão, retículas de outdoor, placas de sinalização… Hoje, para você ter noção, achei até um case de guitarra, mas tava muito fedido para trazer para a casa da minha namorada! O mais impressionante é que acho tudo que preciso no lixo, também peguei um rolo para guardar obras de papel, uma cabo de vassoura que vou usar para suporte do rolo de pintura e uma moldura. Mas assim, às vezes esse “achar” nas caçambas é meio xaveco, muitas vezes eu rasgo outdoor mesmo, roubo placa (risos).

– Pra encerrar, se seu estilo pudesse ser definido através de uma banda, qual ela seria?
Meat Puppets.

– E de uma música:
“Banned in D.C.”, do Bad Brains.

– Um livro:
“Desgraçados”, do Mutarelli.

– Um esporte:
Nunca levei jeito com esporte, não tem ligação alguma com meu estilo, aliás, se existe alguma revolta nas minhas obras, talvez seja por eu ter sido um merda nos esportes, aí você vai ficando excluído e amargo, já desde a época da Educação Física na Quarta Série.

– Uma celebridade falida:
Fábio Assunção + Ronaldo Ésper + Biro-Biro com pitadas de Simony = Essas colagens imundas que presenteio vocês.

Entrevista por Ricardo Tibiu
Ilustrações por Kauê Garcia

http://www.flickr.com/kauegarcia

Arte Punk: Distorção do Desconstruído – Kauê Garcia
Abertura: 19/09 às 19h
de 20/09 até 31/10 – a partir das 10h

Centro Cultural da Juventude
Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha – ao lado do terminal Cachoeirinha
(11) 3984-2466
http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br
ccjredessociais@prefeitura.sp.gov.br

25 pensamentos sobre “arte punk

  1. Eu vou ler essa entrevista..confesso que não conheço esse artista, o último evento que eu fui desses, foi numa exposição do edu (vulgo Revolback)…se pánz eu vou colar nessa exposição dele, afinal, quem tem Hüsker Dü como uma de suas influências deve ser no minimo talentoso.

    abrá.

  2. Muito foda o tramo do cara!!! Mó mistureba de material que da um otimo resultado… Bem que poderia chamar a exposição de Crossover Artístico!!!
    hehe

  3. 1. os últimos flyers que vi dos shows do Questions foram ele que fez, MV., mas nunca vi exposição dele… mais coisas pela internet mesmo!

    2. pois é, Senhor Quique, um grande ladrão o senhor!
    🙂

    uma honra me roubarem o nome do DVD da tour Leptospirose & Merda!
    😉

    3 & 4. e olha que MUITA gente deve usar camiseta com desenho dele e nem sabe, Grão!
    🙂

    esse zine Água pra ser bem sincero eu nunca li, mas lembro muito que uma época TODA banquinha em show tinha ele!

  4. pô cara que demais!
    o kauê é meu brodi das antiga nos roles aqui de campinas city

    eu acabei de fazer um post no meu blog pra dar uma força na divulga também!

    e postei um link pra sua entrevista com ele…
    ta muito foda!

    abração rapá!

    zaza

  5. 1. bem lembrado Caio, o Born Dead também é animal, ouvi muito também!
    🙂

    2. legal RG, bem-vindo ao chiveta!
    temos certeza que a expo do Kauê vai ser animal mesmo!

    3. valeu o elogio e a citação Zaza, grande satisfação!

    legal que você já era camarada do Kauê, muito talentoso e gente boa o cara… mais que uma rapaziada street art de butique/galeria que anda fazendo sucesso…

  6. Gostaria de agradecer todos que vem comentando aqui, que leram a entrevista, elogiaram os trampos… obrigado mesmo !!!

    E claro também a vc Tibiu, mandou benzaço na entrevista, e deixar claro que vc elaborou perguntas muito pertinentes ao meu trabalho, não caiu em momento algum no lugar comum, e fez eu parecer menos idiota que sou hehehe (cara como eu tenho mania desse hehehe)

    Valeu a todos e aguardo vcs na abertura …
    Abração

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