Rainn Wilson ficou famoso interpretando Dwight Schrute na franquia The Office (que tem até versão chilena), mas é tão carismático que até sua ponta em Juno como Rollo, o Apu da vizinhança, foi marcante à ponto de criar quase-bordões.
Hayley Williams, a vocalista pica-pau do Paramore usou uma das frases do personagem ao contestar os rumores de sua gravidez, dizendo que seu eggo não estava preggo, e pelo jeito tem mais por vir: esse ano, Rainn ataca de baterista em The Rocker, filme sobre um quarentão que viveu os tempos áureos (!!!) do glam farofeiro dos anos 80, e agora é chamado pra dar uma força na banda do sobrinho, na noite da formatura.
Dirigido por Peter Cattaneo (Ou Tudo Ou Nada) e com roteiro de Maya Forbes (roteirista e produtora executiva da série The Naked Truth, lá nos longínquos anos 90) e Wallace Wolodarsky (consultor de produção da genial Os Oblongs e roteirista d’Os Simpsons), não precisa nem dizer que o filme promete.
Assista ao trailer e imagine Rainn e Will Ferrell numa refilmagem de This Is Spinal Tap adaptada pra era da Internet…
Clicando na imagem acima você descobre quem é a celebridade que está vendendo espaço para propaganda na própria cara. Quer umas dicas?
* ele é o porta-estandarte do emocore
* seu ego é maior que o do Axl Rose (como provam seus clipes)
* quer ganhar dinheiro em cima de tudo (tem marca de roupa, gravadora, e até bar)
* acaba de se casar com a princesinha do pop playback (que inclusive está na foto)
* esteve no Brasil e você não fez o favor de socá-lo
Yasmine, atriz francesa do ramo adulto, achou uma boa forma de mostrar seu talento para o mundo. Em pleno tapete vermelho em Cannes, na première do filme La frontière de l’aube, a moça resolveu revelar seu instrumento de trabalho. Resultado: ela saiu na mídia do mundo inteiro. Clicando na foto abaixo você pode conferir Yasmine mostrando a perseguida o quanto é fotogênica.
Ooh la la! Miquei Manson, o mascote do chiveta, acompanhou la belle du jour
ps* Outra que andou mostrando seu instinto em chamas selvagem foi Sharon Stone, como você pode ver clicando aqui.
Parece que Fernando Meirelles repetirá o êxito que teve com Cidade de Deus! Baseado no livro Ensaio Sobre A Cegueira (1995), do Nobel José Saramago, ele acaba de dirigir Blindness. Não só pelo enredo interessante do romance (pelo menos nas páginas) ou os reforços internacionais — Julianne Moore (Boogie Nights, The Big Lebowsky, Magnolia), Mark Ruffalo (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Zodíaco), Gael García Bernal (Diários da Motocicleta, A Má Educação, Babel) e até Sandra Oh (Sideways, Grey’s Anatomy)– mas pela emoção e palavras do próprio Saramago. Tudo indica que o diretor brasileiro já ganhou [pelo filme] mais reconhecimento que qualquer estatueta pudesse lhe dar. Clique abaixo e veja o portuga falando com Meirelles logo após assistir o filme.
complementando o título: …ou veja o livro, tanto faz!
ps: para mais informações sobre o filme, visite seu site oficial.
Lembra no ano passado quando Richarlyson, do São Paulo, entrou na Justiça contra José Cyrillo Jr., diretor administrativo do Palmeiras? Pois bem, refresquemos sua memória: na coluna Zapping, da Folha Online, foi divulgada a informação de que um jogador de futebol de um time grande da capital paulista estaria disposto a assumir sua homossexualidade no Fantástico, da sanguinária Rede Grobo. Claro que devido o auê que isso gerou, o Fulano deu pra trás (opa!).
Durante o Debate Bola, na época na Rede dos bispos Record, quando o assunto tava em pauta foi perguntado a Cyrillo Jr. se no Parmera tinha algum rapaz alegre atleta homossexual, e na inocência (ou não, vai saber), ele respondeu que “O Richarlyson quase foi do Palmeiras”. Deu merda, claro, Richarlyson subiu nas tamancas e foi à Justiça e entrou com uma queixa-crime, que acabou esbarrando naquele ditado fino: quanto mais mexe em merda, mais fede.
Bom, o juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, arquivou o caso, mas não sem antes pisar na bola e mandar a pérola: “o futebol é um jogo viril, varonil, não homossexual”, sugerindo que um jogador gay deveria abandonar a carreira ou — sim, ele disse! — montar um novo time e criar uma federação própria (gay, no caso) para continuar atuando.
Tudo isso pra dizer o quê? Ah sim, que Ricky (como andou estampado em sua camiseta) foi visto lépido e fagueiro na casa noturna GLS Flexx, em São Paulo, no dia 17 de maio, o Dia Internacional da Luta Contra Homofobia. A informação vem da coluna Retratos da Vida, publicada no dia 19 no jornal carioca Extra que afirmou ainda que, durante a visita, o meia “passou o tempo todo na área vip, usando boné e óculos escuros cravejado com cristais Swarovski” e vestindo “um short bem curtinho”.
A assessoria de imprensa da Flexx confirmou a presença de Richarlyson na casa, mas a do jogador preferiu não falar sobre o assunto e alegou que seu trabalho “se refere exclusivamente à vida profissional do atleta”. Mas e o quê chiveta tem a ver com isso? Nada ué, mas só quis mostrar que a hipocrisia pode estar por todas as partes…
entre dois adversários, Richarlyson em ação no tal do jogo viril, varonil
Ok, A Shot At Love não teve final feliz e partiu para uma segunda edição (coisa que você já sabia). Mas que o Domenico — aquele italiano de apenas 1,60m eliminado no sexto episódio — tinha ganho um seriado depois disso, você sabia?
That’s Amore! estréia nessa quinta (22.05) na MTV Brasil. A fórmula é a mesma de sempre, onde 15 moças disputarão o coração do bambino naquela mansão onde A Shot At Love foi filmado. No final do episódio, Domenico tem Ashley (sim, o cowboy que ele conheceu no outro seriado) como consigliere para ajudar na escolha. chiveta é claro, já sabe quem ganhou, e quem foi expulsa por motivo de barraco maior, mas não vai estragar nenhuma surpresa.
Ah, fique calmo querido leitor pois dessa vez não tem segundo round. Nada de amor eterno saído da tv (duh), mas é que That’s Amore! não emplacou lá na matriz. Foram só seis episódios e uma segunda edição intitulada More Amore foi descartada após a baixa audiência da série.
Enquanto isso, em A Shot At Love II, chiveta adianta: por enquanto já tem gente desqualificada por mau comportamento, e até uma criatura que foi eliminada e depois des-eliminada pela srta. Tila. Haja Tequila… e macaroni!
“sabe Tila, eu só queria achar alguém que desse valor às minhas almôndegas!”
Clássico do thrash metal mundial, o Megadeth aporta mais uma vez no Brasil nos dias 06/06 (São Paulo), 07/06 (Rio) e 08/06 (Belo Horizonte) – clique aqui para infos. Que Dave Mustaine e seus comparsas destroem ao vivo, quem já os viu em ação sabe disso (e chiveta já viu!), agora nos bastidores é onde se encontram as coisas mais divertidas.
Segundo coluna da Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo de hoje, a banda fez algumas exigências para o show da capital paulista que entregam a preocupação com as cabeleiras: um secador (hmmm ok) e cosméticos orgânicos da Amazônia para “cabelos normais e secos” (ai se fosse o Poison!). Os caras também pediram sete toalhas pretas e 13 pares de meias brancas. Simplesmente um luxo!
parece que nos tempos do Metallica, Dave e seu ex-amigo James hidratavam a juba era com cerveja!
Quem estava cansado de esperar por material novo dos novaiorquinos do H2O — que são sete longos anos, desde Go — pode levar as mãos ao céu e agradecer! No dia 27 de maio a Bridge 9 Records lançará Nothing To Prove, trazendo 10 faixas — inclusive duas delas já podem ser conferidas no MySpace.
Para se ter idéia de que os caras não estão brincando em serviço e vão compensar a demora, o disquinho trará convidados que formam um verdadeiro dream team do hardcore: Roger Miret (Agnostic Front), CIV (Gorilla Biscuits), Kevin Seconds (7 Seconds), Lou Koller (Sick Of It All), Matt Skiba (Alkaline Trio) e Freddy Cricien (Madball). Agora dá pra entender porque no MySpace deles tem até um reloginho com contagem regressiva, né?
Por falar em NY, o último citado — Señor Freddy Cricien — está com um projeto que foge um pouco do pogo-mosh-slam-stage dive. Ele se juntou ao DJ e produtor Stress (o lema dele deve ser tá estressado, vá discotecar) para mandar ver nas rimas do rap. No MySpace dá para conferir três sons, incluindo um remake de “London Calling”… NY is burning!
o juiz pode autorizar a cobrança da falta porque a barreira do H2O Futebol Clube já tá formada!
ps* foto roubada de Michael Rapaport.
pps* segundo Stress, o próprio já tocou com meio mundo. Meio mundo mesmo, tipo de Rancid a Public Enemy.
Saiu hoje, via Deckdisc (Pitty, Cachorro Grande, Matanza), a primeira coletânea da banda pernambucana predileta de chiveta: mundo livre s/a. Com capa feita por Jorge Du Peixe (Nação Zumbi) e sua mulher Valentina Trajano, o CD leva o nome de Combat Samba (dá-lhe The Clash!) e traz 13 faixas tiradas dos seis discos dos caras, além da inédita “Estela (A Fumaça do Pajé Miti Subitxxi)”. Esta foi produzida por Carlos Eduardo Miranda, que inclusive foi o responsável por selecionar as músicas que entraram na compilação. Enquanto não sai o novo do mundo livre, Combat Samba é uma ótima pedida pra bailar ao som do samba punk do cavaco doido!
e chega de dizer que o som do mundo livre é mangue bit, beat, beach, bitch…